Mostrando postagens com marcador transporte público. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador transporte público. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

TJDFT suspende obras do VLT


Publicação: 27/01/2010 15:15

Uma liminar do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) determinou, nesta quarta-feira (27/1), a imediata suspensão das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e dos processos de empréstimo firmados pelo DF com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e com e com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Além disso, todos os valores empenhados às empresas do consórcio Brastram, responsável pelas obras, cujas notas ainda não foram liquidadas, foram bloqueados. Em caso de descumprimento da decisão de suspender o empréstimo, o DF terá que pagar multa diária que varia de R$ 100 mil reais, até R$ 20 milhões. Por sua vez, se a decisão de suspender as obras não for cumprida, a multa diária vai de R$ 100 mil até R$ 50 milhões.

Justificativa

O pedido de liminar foi feito em ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A Promotoria alega que o edital de pré-qualificação e contrato são ilegais, porque a concorrência pública foi iniciada antes de o projeto básico da obra ter sido concluído. Além disso, não havia previsão orçamentária no Plano Plurianual (PPA) ou na Lei Orçamentária Anual (LOA).

---

Afora os problemas ambientais, urbanísticos, da obra, parece haver algum problema com os valores.

Li a revista CNT de setembro, em que há uma reportagem sobre VLT (veículo leve sobre trilhos).

Fiquei espantado com a comparação do custo de implantação do VLT nas cidades brasileiras.

O de Brasília vai custar por volta de 1 bilhão e meio, com extensão de 22 km. A estimativa do VLT da Baixada Santista não chega a R$ 800 milhões, com percurso total de 26,7 km.

O de Recife, com 17,6 km, terá o investimento mais modesto: R$ 135 milhões.

Alguém saberia informar o motivo do custo tão elevado do VLT de Brasília?

Vale a pena ir em busca da justificativa.

Fonte: Revista CNT, setembro/2009, p.35

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Trânsito no limite

AE
Marginal Pinheiros travada em São Paulo

Marginal Pinheiros travada em São Paulo

O Brasil, segundo a média de previsões coletadas pelo Banco Central para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto), vai crescer 5% em 2010. A turbinada nas projeções dos últimos meses, gerada especialmente pela volta do investimento e consumo, dá o tom no desafio que as cidades terão em relação ao transporte público. “O crescimento aumenta a velocidade da paralisia no trânsito. E hoje o desafio é fazer com que as cidades não parem”, afirma o professor da USP Candido Malta Campos Filho, especialista em urbanismo e arquitetura, em entrevista ao iG.

O fato é que o aumento da renda da população, associado a um crescimento desordenado nas metrópoles, pode travar ainda mais a mobilidade nas cidades. Com dinheiro no bolso e incentivos à compra de automóveis, certamente a frota nas ruas aumentará. “O carro tem um atrativo forte, não é apenas um meio de locomoção. O carro representa o sucesso profissional, é uma questão de status, de individualidade”, diz o professor Carlos Alberto Guimarães, da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp.

Clique na imagem e veja os 10 desafios no transporte público


Números do Denatran revelam esse crescimento. Até outubro de 2009, circulavam no País 58,5 milhões de veículos. Em 1999, a frota existente era de 27,1 milhões. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), em setembro, último mês de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), as vendas de veículos tiveram recorde mensal, com 308.713 unidades.

"Com esse estímulo dado à indústria automobilística, o número de carros cadastrados a mais por dia é da ordem de mil, apenas em São Paulo. Deste total, ¼ anda todo dia pelas ruas. Ou seja, são 250 carros a mais todo dia, em média. Se colocar esses carros em fila, em um ano, para os 600 mil veículos precisariam ser construídas 125 avenidas Paulistas. Isso para os carros parados. Andando precisaria ainda mais. Não tem como atender essa demanda”, enfatiza Campos Filho.

Culpar, porém, o crescimento do País ou a indústria automobilística pelo caos seria o mesmo que atribuir à natureza a responsabilidade pela enchente. Pensar em restringir a venda de carros seria abraçar o fracasso. Mas o aumento e o uso da frota dão a clareza da urgência em levar a população para o transporte coletivo. “Restringir a economia não seria inteligente, mas é preciso atuar na restrição do uso de automóveis e garantir um transporte de qualidade e confiável”, afirma Guimarães.

Efeitos do trânsito

A urgência se dá pela série de consequências vindas com o transporte urbano público ineficiente. Além dos congestionamentos, que já atingem cidades de médio porte como Campinas, Guarulhos e Uberlândia, as condições desfavoráveis no trânsito levam a pelo menos quatro “deseconomias”: diminuição na produtividade, consumo excessivo de combustível, aumento na emissão de monóxido de carbono (que provoca o crescimento do efeito estufa), impactos negativos na saúde e na qualidade de vida das pessoas.


Segundo estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, apenas São Paulo perde cerca de R$ 33 bilhões, por ano, ou aproximadamente 10% do PIB da cidade, por causa dos congestionamentos. Cálculos da Associação Nacional do Transporte Público (ANTP) mostram que o tempo médio de deslocamento nas cidades com mais de 1 milhão de habitantes é de 42 minutos.

Por conta dos gastos e tempo, a região do ABC, na Grande São Paulo, já tem uma área de desindustrialização. “Os custos de logística são muito altos e as empresas estão preferindo se instalar no caminho de rodovia ou em cidades no interior. Uma transportadora que precisa cortar São Paulo, por exemplo, certamente aumentará o preço do frete”, avalia o professor Guimarães.

Rede integrada e sobre trilhos

O primeiro desafio para reverter essa situação e suprir as deficiências existentes é a integração dos governos municipais, estaduais e federal na solução do problema. “Os políticos brasileiros têm uma deficiência cultural de enxergar em curto prazo. Eles enxergam apenas por um mandato”, afirma Guimarães.

O superintendente da ANTP, Marcos Bicalho, concorda e diz ainda que é preciso que os governos corrijam a falha de anos de se privilegiar o transporte individual. “O país ficou muito tempo com investimentos à míngua. Hoje, temos um modelo suicida, que privilegia o individual”, destacou.

O segundo desafio é justamente colocar as grandes cidades sobre trilhos. Especialistas ouvidos pela reportagem do iG concordam que em metrópoles onde a demanda é superior a 40 mil passageiros por hora é preciso investir no metrô. Eles destacam que, apesar do alto custo (1 quilômetro de metrô custa aproximadamente US$ 100 milhões), esta é a principal solução.


Mas nesse aspecto, o País ainda tem muito a explorar, como mostra a comparação da malha metroviária de São Paulo com a da Cidade do México. As duas começaram a ser construídas na mesma época, cerca de 40 anos atrás. Hoje a capital paulista tem 61,3 km de extensão contra 201 km na Cidade do México.

Em 2007, o governo de São Paulo deu início ao chamado Plano de Expansão do Transporte Metropolitano, o Expansão São Paulo. Com o maior investimento em transporte público já realizado no País, serão R$ 20 bilhões até 2010, o governador José Serra, possível candidato à presidência pelo PSDB nas eleições do próximo ano, quer quadruplicar a rede sobre trilhos na capital paulista, que passaria a ter 240 km de trilhos, sendo 160 km em forma de metrô de superfície.

A integração entre as duas redes – o metrô e os trens de superfície (CPTM) – é também um avanço, já que não há um transporte eficiente sem um sistema integrado. “Não basta metrô, é preciso promover a integração dos sistemas metropolitanos. Isso melhora a qualidade do serviço disponibilizado à população, uma vez que torna a mobilidade na cidade mais viável, e tem ainda a possibilidade de baratear o preço deste transporte”, afirma Rafael Henrique Moraes Pereira, técnico do Ipea. Especialistas também apontam o micro-ônibus como solução para o sistema capilar.

Copa 2014

AE
Trânsito em Brasília

Trânsito no fim de tarde em Brasília

Outras cidades, assim como São Paulo, correm na tentativa de reverter anos de investimento baixo. Brasília, a cidade planejada, já alcançou um milhão de veículos licenciados e vive a rotina de congestionamentos. Agora, o governo trabalha em um projeto de expansão. No Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral vai ampliar em 49 composições o Metrô Rio e a SuperVia, concessionária de trens metropolitanos, até 2014. "Nesses grandes centros, é necessário que haja uma conjugação de projetos de transporte, como corredores de ônibus e linhas de metrôs, compostos de várias tecnologias e agindo de forma integrada", afirma Bicalho.

Neste mês de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve detalhar o PAC da Copa. Com o Brasil tendo sido escolhido para sediar o evento em 2014, o governo preparou um Plano de Mobilidade Urbana para as 12 cidades que vão sediar os jogos. Segundo o ministro das Cidades, Márcio Fortes, que em conjunto com outras pastas vai decidir os recursos do PAC, serão destinados R$ 5 bilhões à área de transporte.

“Serão escolhidos os projetos que possam ficar como legado para a população”, afirmou Fortes. “Qualquer modal que seja proposto, seja VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), BRT, que são corredores exclusivos de ônibus, ou monotrilho – a operação não é só para os jogos da Copa. É também para o pós-Copa”, acrescentou.

Segundo Bicalho, o exemplo de Curitiba, que possui um sistema da década de 1970, pode ser muito eficiente nas cidades-sede menores: o BRT, uma espécie de trem articulado cujas tarifas são cobradas em estações e não dentro dos veículos, como nos ônibus convencionais.

Segundo ele, o BRT tem uma velocidade de transporte mais rápida, além de mais regularidade no atendimento. "O BRT tem um baixo custo de implantação se comparado ao metrô, por exemplo. Enquanto 1 quilômetro de metrô custa aproximadamente US$ 100 milhões, o BRT custa US$ 10 milhões", afirmou. O tempo de implantação do BRT também é inferior ao do metrô – o primeiro leva entre 24 e 36 meses para ser implantando, já o tempo do metrô é indefinido. "O de Belo Horizonte está em obra há 27 anos", ressaltou.

“A Copa e a Olimpíadas, em 2012, serão oportunidades de investimento. Uma das heranças desses eventos será a melhoria no transporte público. Vale lembrar outras cidades. Barcelona fez uma revolução urbana depois que sediou a Copa”, afirmou Guimarães.

AE
Trânsito de ônibus em avenida de São Paulo

Trânsito de ônibus em avenida de São Paulo

Medidas restritivas

Mas após anos de crescimento acelerado e desordenado, pensar apenas na melhoria do transporte público não resolverá o problema. “Precisamos agir simultaneamente. Será preciso ter compensações negativas na outra ponta que limite o uso de automóveis”, destacou o superintendente da ANTP.

O rodízio de veículos, implantado na cidade de São Paulo em 1997, mostrou-se ineficiente em médio prazo. A aposta dos especialistas em transporte é o pedágio urbano. “Se você fizer um plebiscito hoje, estimo que vai ganhar a restrição crescente dos automóveis, porque a maioria é prejudicada pelos carros”, afirmou o professor Cândido Malta. “O pedágio urbano é uma boa opção, pois ao mesmo tempo desestimula o uso do carro e arrecada-se dinheiro para investir no transporte coletivo”, acrescentou.

Cidades que adotaram o pedágio urbano apresentaram reduções de tráfego de 10% a 40%. Em Londres, desde que foi implantando, em 2003, o pedágio tirou do centro cerca de 60 mil carros por dia e os congestionamentos diminuíram 30%. Outro exemplo bem-sucedido é Estocolmo, na Suécia, que reduziu 15% da frota com o pedágio urbano.

Outros incentivos à desmotorização que deram certo em outros países são vistos como solução para as cidades brasileiras. Um dos exemplos citados é do de Manhattan, bairro de Nova Iorque, nos Estados Unidos, que optou pela inexistência de estacionamentos para dificultar o uso do carro. Hoje, 75% da população não utilizam automóveis e o modelo vem sendo seguido por cidades europeias, como Munique, na Alemanha. Em Bangcoc, para frear o consumo, a prefeitura aumentou em 300% o imposto para a compra de carro.

“A situação é dramática. Até Curitiba já dá sinais de piora. Por isso, além de dar um salto na qualidade do sistema de transporte público, é preciso limitar o uso excessivo de carros”, pondera o consultor da ANTP, Eduardo Vasconcellos.

"Ninguém está dizendo para as pessoas não comprarem carros, mas é preciso tirar o incentivo ao uso. Eu defendo que se crie a ‘onda vermelha’, em que o motorista será obrigado a parar constantemente no farol vermelho", brinca o professor Guimarães. "A verdade é que as cidades precisam dificultar o tráfego do motorista, criar restrições. Mas vale destacar que as restrições só fazem sentido se o governo tiver trabalhando para ter medidas concretas. Fazer isso como medida isolada não adianta", afirmou. "E quem pensar grande e resolver a questão do transporte público terá capital político para ser presidente, pois já estamos no limite e não podemos ficar o tempo todo em situação de emergência".

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

humanização das cidades

dica do Uirá:

Na véspera do Dia Mundial sem Carro, vale a pena um resgate histórico. Num seminário realizado no Senado, em 1974, Jaime Lerner apresentou a conferência Humanização das cidades.

Há 35 anos, o conceituado arquiteto expressou preocupação com o avanço dos automóveis na capital federal:

“Acredito que é fundamental uma nova conceituação para o problema de circulação em Brasília, onde o automóvel dê lugar ao transporte coletivo; onde o transporte de massa possa integrar toda a população, não só do Plano Piloto como de toda a região, e onde a mentalidade ou a preocupação rodoviária deva ceder e perder a sua importância; partir da aridez dos espaços vazios para uma política de áreas verdes, sustentada por uma estrutura de animação bem definida.”

[LERNER, Jaime. Humanização das cidades. In: I Seminário de estudos dos problemas urbanos de Brasília. Brasília: Senado Federal. 1974, p. 118]

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Usuários...

Eu sou um usuário
Severino Francisco

severinofrancisco.df@diariosassociados.com.br

Sei que, em Brasília, não é de bom tom manifestar esta condição, mas eu confesso: sou um usuário. Não, não é disso que vocês estão pensando. Sou um usuário do transporte público. Se morasse em Paris, Londres ou Amsterdã não haveria problema. Mas, em Brasília, por uma enorme inversão e deformação dos valores, usar o transporte público é sinônimo de humilhação, infâmia e estigmatização social. Transporte público é "coisa de pobre". O caderno Cidades publicou, na semana passada, duas matérias mostrando as consequências desta santa ignorância: a péssima qualidade do transporte público para 500 mil usuários e uma megafrota que atingirá o limite de 1,1 de carros nas ruas em junho de 2.010.

A sensação que a gente tem no início da noite no Eixo Monumental, no Eixão ou na Epia é de que São Paulo avança a cada dia para Brasília. Não sou especialista em engenharia de trânsito, mas a condição de usuário me confere uma certa autoridade. Estava conversando com uma aluna de uma faculdade numa parada de ônibus. Ela contou que não aguenta mais sofrer com a escassez de linhas, os atrasos e o desrespeito dos motoristas de ônibus. Mora em Samambaia, chega tarde e já foi assaltada seis vezes na parada ou no caminho para casa. "Fico com muito medo, pois é a minha mãe quem vai me buscar na parada. Prefiro ficar engarrafada do que ser assaltada".

Moro em um condomínio do Lago Sul e, entre sete e oito da manhã, demoro quase duas horas para chegar à Asa Norte, se quiser ir de ônibus. Algumas vezes, eles passam lotados e não param. Contudo, o que mais indigna é a atitude dos motoristas que se aproveitam do fato de haver um outro ônibus na parada e passam direto, ignorando os sinais desesperados dos usuários. Os ônibus trazem um número para reclamações, mas tudo ocorre de maneira rápida e é muito difícil anotar a placa. É um absurdo que, além de sofrerem todas as agruras cotidianas por utilizar um serviço público, os passageiros ainda tenham a missão de fiscalizar irresponsáveis remunerados. Por aí, dá para imaginar o que ocorre em outros lugares com os meus 500 mil colegas usuários.

E, como se não bastasse tudo isso, algum gênio da publicidade sugeriu a instalação de um letreiro luminoso com os dizeres: "Conte comigo!". Inúmeras vezes perdi o ônibus, pois o inconveniente sinal elétrico me impediu de ler o itinerário. Não contem comigo para humor negro.

Com a sua intuição verdadeiramente genial, Nelson Rodrigues já havia percebido na década de 1970 que o desenvolvimento humaniza as máquinas e maquiniza os homens. Por isso, a tendência dos administradores das cidades com mais qualidade de vida no planeta é no sentido de desestimular o uso do carro, melhorar o transporte público e privilegiar os lugares para os pedestres caminharem ou trafegarem de bicicletas. Se não nos livrarmos da ideia burra de que transporte público é coisa de pobres, daqui a pouco tempo seremos obrigados a lubrificar os humanos e dar bom dia para as máquinas, como sugere Nelson, o nosso profeta do óbvio.


quarta-feira, 10 de junho de 2009

mais barato de ônibus.

matéria (tosquinha) que mostra alguns dos motivos porque é mais barato e mais legal andar de ônibus do que de carro.

http://www.correioweb.com.br/tvbrasilia/index.htm?id=2621

segunda-feira, 8 de junho de 2009

na nossa pele...

Motoristas de ônibus viram ciclistas para aprender a conviver com bicicletas em SP

Ação da prefeitura visa conscientizar motoristas sobre respeito ao ciclista.
Atualmente, 60 mil condutores de ônibus trabalham na capital paulista.

Cerca de 80 motoristas de ônibus de São Paulo deixaram os coletivos e montaram em bicicletas neste domingo (7) em uma atividade de conscientização para incentivar o respeito aos ciclistas no trânsito. Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, há 60 mil motoristas de ônibus em atuação na capital paulista. O objetivo da prefeitura com o treinamento é reduzir o número de acidentes envolvendo ônibus e ciclistas na cidade. De 2007 para 2008, houve uma redução de 9% no número de ciclistas mortos em acidentes com coletivos, de acordo com a secretaria. (Foto: Daniel Haidar/G1)

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1186029-5605,00.html

terça-feira, 31 de março de 2009

Vídeos: A situação do transporte no DF

Vídeos sobre a desigual e opressora relação "carros x ônibus x pessoas" feitos pelo Uirá em suas andanças e pedaladas pela Capital Federal.

Aproveite as suas idas e suas vindas para registrarum pouco do que você vê por aí também. É importante sermos aqueles que contaremos nossa própria história:

Ônibus em Brasília


http://www.youtube.com/watch?v=LLPZvYuRlY4

Brasília: carros x pessoas


http://www.youtube.com/watch?v=K2d179rb2CY&feature=related