quinta-feira, 12 de novembro de 2009
NY e os carros
Quem diria que a Globo daria um final bacana pra uma matéria sobre carros né?
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
atropelamento no rio
Câmeras da CET-Rio mostram momento exato de atropelamento
Acidente envolveu um ônibus, um carro de passeio e uma bicicleta.
Segundo corpo de bombeiros, mulher e criança estavam na bicicleta.
Um acidente envolvendo um ônibus, um carro e uma bicicleta chocou quem passava pela Estrada Marechal Alencastro, em Deodoro, no subúrbio do Rio. Câmeras da CET-Rio flagraram o episódio na quarta-feira (4) e as imagens foram divulgadas pela companhia.
O vídeo ao lado mostra imagens fortes do momento exato em que, após ser atingido por ônibus, o carro de passeio acerta uma mulher e uma criança que esperam o sinal fechar para atravessar numa bicicleta.
Segundo o Corpo de Bombeiros, três mulheres que estavam no carro foram atendidas e liberadas no local. Elas seriam Maria de Fátima Chaves, de 47 anos, Nilceia da Silva Mattos, 36, e Helena Marta Gomes dos Santos, 56.
Segundo funcionários do Hospital Carlos Chagas, a criança, de 7 anos, que fora atendida anteriormente numa Unidade de Pronto Atendimento (UPA), foi examinada pelos médicos e liberada em seguida.
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, não consta atendimento médico para a mulher que estava com a criança.
A reportagem do G1 procurou em todos os hospitais da região, mas não encontrou registro de atendimento da mãe da criança.
Assista o vídeo em: http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1373081-5606,00.htmlMais um ciclista morto no DF
Ciclista morre atropelado na DF-290
Publicação: 11/11/2009 08:43 Atualização: 11/11/2009 09:04
Um ciclista morreu atropelado na manhã desta quarta-feira (11/11), na
DF-290, trafegando pelo acostamento. O homem, que aparenta ter cerca de
22 anos, ainda não foi identificado e o local está isolado até ser
realizada a perícia. O acidente foi no sentido Santa Maria/Luziânia,
próximo ao supermercado Tatico. O atropelamento foi por volta das 6h50
e o carro era um Santana cinza, de placa NFY-0292, de Goiás.
Estão querendo oficializar a invasão automotiva das áreas verdes...
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Brasília, quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Contra as vagas em áreas verdes
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| Estacionamentos nas pontas das quadras: veto do Iphan e da Seduma | |
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A proposta de criar estacionamentos nas áreas verdes das pontas das quadras comerciais do Plano Piloto não deve sair do papel. A medida alternativa para garantir o fluxo de clientes no comércio – que reduziram o movimento após a fiscalização contra a fila dupla do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPtran) – foi desaprovada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma). A justificativa dos representantes dos órgãos é a mesma: criar bolsões na área bucólica, prevista no projeto de criação de Brasília, fere o tombamento da cidade moderna.
O entendimento foi exposto em reunião realizada ontem na sede da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), no Setor Comercial Sul. A proposta foi apresentada pela entidade em conjunto com o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar) na semana passada. O argumento usado pelos comerciantes é que, depois da Operação Fila Dupla, iniciada neste segundo semestre do ano, o faturamento das lojas caiu cerca de 20% e a expectativa é que as vendas de Natal tenham queda também. “É uma solução provisória para evitar a perda de faturamento”, afirma o presidente do Sindhobar, Nadim Haddad.
Até então, havia uma sinalização positiva das secretarias de Segurança Pública e da Ordem Pública e Social em viabilizar a ideia. Ontem, o Executivo foi representado na reunião pela chefe de gabinete da Administração de Brasília, Eliana Klarmann, que preferiu discutir mais o assunto, sob o ponto de vista técnico, antes de dar uma posição. Para os representantes dos moradores, a proposta é primária e não resolveria o problema do enorme número de carros nas ruas da capital, além de agredir o tombamento da capital.
O número
40
Total de quadras comerciais onde a falta de vagas nos estacionamentos é considerada crítica, segundo a Associação Comercial do DF
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Audiência pública debateu programas do governo e propôs melhorias
Incentivar o uso de bicicletas como meio de transporte em condições seguras para os ciclistas é uma alternativa para diminuir os longos engarrafamentos que se formam em diversos pontos do Distrito Federal, todos os dias. Mas apesar da iniciativa ajudar a resolver parte do trânsito conturbado, muitos ciclistas afirmam que ainda não é possível trafegar livremente pelas ruas devido à falta de estrutura e segurança para este tipo de transporte.
Para muitos que utilizam a condução, a situação cicloviária no DF não está perto do que foi previsto no programa de reestruturação proposto pelo governo local. Entre as principais reclamações está o atraso na conclusão das ciclovias.
Foram tantas as reivindicações informais da categoria em diversas oportunidades, que motivaram uma audiência pública - realizada ontem no Parque da Cidade - entre representantes da Câmara Legislativa e usuários do meio de transporte. Diversos pontos do andamento do programa e das mudanças que ainda são necessárias foram debatidos no encontro.
PROGRAMA SERÁ EFETIVADO
Na ocasião, vários parlamentares se pronunciaram quanto a situação dos ciclistas no DF. Os representantes do governo, por sua vez, admitiram que o diagnóstico da situação não é dos melhores e que muito ainda há por ser feito pela categoria. Mas garantiram que o que foi programado irá ser efetivado da forma como havia sido prometido.
Segundo o presidente da Organização Não-Governamental (ONG) Rodas da Paz, Ronaldo Alves, a intenção do debate foi formalizar as necessidades dos ciclistas para que as soluções possam ser tomadas de forma a beneficiar os usuários e a sociedade, que lida diariamente com os esportistas pelas ruas.
Para Alves, se as novas vias de acesso para bicicletas forem feitas ou até mesmo as melhorias na questão da segurança, todos certamente sairão ganhando. "Se nós, ciclistas, tivermos por onde andar, não iremos disputar a pista com os carros. Muitos acidentes serão evitados e o volume de veículos nas ruas certamente irá diminuir. Todos irão ganhar, inclusive o meio ambiente".
Conscientização é primordial
A necessidade de investir em campanhas de conscientização da sociedade quanto ao respeito pelos ciclistas foi um dos temas mais debatidos na audiência pública. Para o gerente de Projeto Estruturante da Secretaria de Governo e coordenador do Programa Cicloviário do DF (Pedala-DF), Leonardo Firme, todas as iniciativas em favor do ciclismo são importantes, mas a conscientização da população é, sem dúvida, fundamental.
"Se cada um atuar em seu espaço, teremos sucesso em todas as áreas. E investindo na consciência do respeito ao ciclista e na infraestrutura necessária para que cada um tenha sua área de atuação, conseguiremos resolver muitas outras questões, como a redução dos congestionamentos e, até mesmo, melhorar a qualidade de vida da população".
Para o técnico eletrônico Elivelton Barbosa, que pedala há mais de dois anos, e utiliza a bicicleta como seu principal meio de transporte, a conscientização da sociedade é extremamente necessária. "Eu uso a bicicleta para ir trabalhar e já passei por diversas situações no trânsito. As pessoas não respeitam, não dão espaço e muitas vezes ainda fazem gracinha com a gente. Isso nos deixa totalmente inseguros. É muito ruim". Barbosa comenta que, por outro lado, encontrou no meio de transporte uma solução para seus problemas. "Eu levava muito tempo para me deslocar de casa até o trabalho. E hoje, com a bicicleta, chego muito mais rápido e com mais qualidade de vida, pois me estresso menos no trânsito".
Para o professor de Educação Física Diego Bezerra, a qualidade de vida é indiscutível, mas uma coisa que preocupa muito os ciclistas é a questão da segurança. "Pedalar nos permite menos estresse, menos tempo perdido dentro do carro, mas nos deixa muito mais inseguros quanto a nossa segurança."
SAIBA +
Em meio à audiência pública que debateu as melhorias necessárias no programa cicloviário, um ciclista chamou muita atenção. O professor de inglês Craig Alden pedalava pelo Parque da Cidade com seus três cães em cima da bicicleta.
Segundo Alden - que mora na Asa Norte -, ele encontrou no ciclismo um jeito diferente de passear com seus bichinhos de estimação e garante que os animais gostam muito da programação. Frequentador assíduo do Parque da Cidade, ele costuma dar voltas diárias pelas ciclovias do local. Os cães são, ainda, bons equilibristas.carros demais!
http://www.correiobraziliense.
Brasília, domingo, 08 de novembro de 2009
TRÂNSITO · ADRIANA BERNARDES
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| EPTG, saída do Guará, às 7h50 de sexta-feira: um dos gargalos do trânsito | |
| Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press | |
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| Antônio atribui o excesso de carros à má qualidade do transporte público | |
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O Distrito Federal vai bater, este mês, o recorde de registro de carros, motos, ônibus e caminhões. A frota atual é de 1.127.260. Desse total, 72.142 veículos (6,3%) começaram a circular entre janeiro e outubro. Mantido o crescimento médio, até o fim de novembro o Departamento de Trânsito (Detran) terá registrado cerca de 80 mil novos veículos somente em 2009, contra 74.371 ao longo de todo o ano passado. O ritmo acelerado vem acompanhado de congestionamentos cada vez mais frequentes, além da falta de lugar para estacionar e da piora da qualidade do ar, além da poluição sonora.
Na capital do país, a relação carro por habitante está entre as mais altas do Brasil. Atualmente, é de um veículo para cada 2,3 moradores. Na casa do engenheiro eletricista Antônio Soares, 56 anos, a proporção é ainda maior. São cinco adultos, cada um com seu carro. E na rua onde ele mora, o caso dele não é exceção. “Aqui há cerca de 40 casas. A média de carros é de quatro por residência. Ao todo devem ser uns 150 carros”, calcula. “Em casa somos em cinco adultos, sendo que quatro têm ocupação profissional em locais diferentes no Plano Piloto. Não vejo nenhuma iniciativa do governo para colocar transporte público onde eu moro”, observa.
Antônio relata que no Lago Norte o ônibus circula apenas na avenida principal (DF-009). Moradores das QLs teriam de caminhar cerca de 2km até a pista principal para pegar o coletivo. “Ninguém deixa o carro em casa para andar à noite, debaixo do sol ou chuva para usar ônibus velho, com higiene repugnante e que não é pontual. Esses são três quesitos para conquistar a credibilidade dos usuários”, defende.
Esses problemas não ocorrem apenas no Lago Norte. A secretária Isabel Cristina dos Santos, 35 anos, trabalha a 5km de casa, no comércio do Sudoeste. O percurso é feito de carro, mas poderia ser de ônibus. “Até tentei. Mas eles (ônibus) não passam no mesmo horário. Se chegar atrasada, perco o emprego”, diz. Já Ana Maria Oliveira Santos, 22 anos, não tem opção. A moradora de Valparaíso (GO) trabalha como cabeleireira em um salão do Sudoeste. Sai de casa às 6h para chegar no emprego às 8h30. Nem sempre consegue. “Ônibus quebra, não passa. Essas coisas. E o preço é absurdo”, reclama.
Maior crescimento
Levantamento do Correio junto aos Detrans de sete capitais, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, revela que de 2001 a 2009 — período em que todos os órgãos consultados têm a estatística fechada —, Brasília é a capital que registrou o maior crescimento percentual da frota de carros e de motos. Em 2001, havia 521.337 carros registrados. Em outubro deste ano, são 845.219 (62,1% a mais). Já a quantidade de motocicletas saltou de 35.302 para 119.951, incremento de 239,7%, no mesmo período (veja arte). O Distrito Federal tem a maior renda per capita do país. E esta é uma das explicações para que se registre aqui uma das maiores taxas de crescimento da frota do Brasil.
Comparado aos engarrafamentos de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, os congestionamentos nas pistas de Brasília são pequenos. Mas testam diariamente a paciência do brasiliense em vários pontos do DF. Caso do caminhoneiro Cláudio Gomes, 38 anos, o “Seu Madruga”. Há quatro anos e meio, a rotina dele é exatamente a mesma. Mas ele não pode dizer o mesmo do trânsito.
Ele transporta brita de uma fábrica de cimento na DF-150, na região da Fercal, para Águas Claras. Na quinta-feira última, estava parado no acostamento na altura do balão do Colorado. “Estou esperando o engarrafamento acabar. É mais negócio eu esperar todo mundo descer para depois seguir viagem. Evito acidente, canso menos a cabeça, as pernas e evito desgaste do caminhão”, justifica.
O tempo de espera para o fluxo de carros diminuir chega a 30 minutos, às vezes mais. “Quando comecei não tinha esse engarrafamento. Agora, pego trânsito na porta da fábrica. Quero mais é que chegue 2015 para ir embora para o Nordeste. Envelhecer aqui é loucura. É trânsito demais. Você anda com a adrenalina à flor da pele”, diz.
Ciclovias no DF em discussão
O Parque da Cidade foi palco ontem de uma audiência pública para debater políticas para o ciclismo no DF. O evento foi realizado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Câmara Legislativa, por iniciativa de seu presidente, deputado Paulo Tadeu (PT).
O presidente da Organização Não Governamental (ONG) Rodas da Paz, Ronaldo Martins, ressalta que o poder público só se meche pela comunidade e que a audiência pública é uma forma de manifestar e cobrar. “A vida do ciclista no DF é muito complicada, é preciso sobreviver no trânsito. Foram 26 mortos atropelados só em 2009 em Brasília”, exemplifica.
Com o objetivo de incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte, será instalado no DF o sistema cicloviário, por meio da Lei n 4.397, de 31 de agosto de 2009, de autoria do deputado Rôney Nemer (PMDB). A intenção é de que sejam construídas ciclofaixas, faixas compartilhadas e rotas operacionais de ciclismo, além de condições para criação de bicicletários em prédios públicos, parques, centros de compras, escolas, indústrias, condomínios e de promover a integração do sistema cicloviário com o transporte coletivo de passageiros – ônibus, metrô e veículos leves sobre trilhos (VLT). Segundo o deputado Roney Nemer, a norma servirá ainda para que o ciclista conheça seus direitos e deveres, inclusive o pedestre em relação aos ciclistas. “Hoje há um número de carros excessivo. Devemos promover ações que diminuam o tráfego. Nossa intenção é de que haja harmonia entre motoristas, pedestres e ciclistas”, aponta.
DUAS RODAS
Dea Monteiro, 34 anos, usa a bicicleta diariamente para ir trabalhar e usa um apito para chamar a atenção dos motoristas. São 6 km de casa para o local de trabalho. “Acredito que para pequenas distâncias a bicicleta me atenda melhor do que o carro. Quando preciso que as pessoas me vejam, quando avisto um ponto de conflito e que não fui vista, uso o meu apito”, conta. Assim como ela, milhares de pessoas utilizam a bicicleta como meio de transporte no DF. Mas elas pedem segurança, lugares apropriados para transitar e mais respeito no trânsito. Para o ciclista Rafael Maya, as condições das vias hoje são precárias. Não há infraestrutura e falta respeito no trânsito. “Uma grande parcela da população precisa da bicicleta para ir trabalhar e muitas vezes sofre acidentes. Vemos projetos, leis, conferências, mas na prática ainda não existe nada”, reclama.
da Tribuna do Brasil:
http://www.tribunadobrasil.com.br/site/index.php?p=noticias_ver&id=4259